Em paralelo, a EXPO’98 ficaria também associada à reabilitação / reconversão de uma área de cerca de 330 hectares, localizada junto ao rio Tejo, na zona oriental de Lisboa (numa vasta área degradada e poluída, onde estavam instalados contentores petrolíferos, armazéns militares, um matadouro e até uma lixeira) – a par de grandes obras públicas como a Ponte Vasco da Gama, nova linha de Metropolitano e a Gare do Oriente.

A área da exposição propriamente dita tinha uma frente ribeirinha de cerca de 2 km de extensão, numa área de mais de 70 hectares, segmentada por dois grandes eixos ortogonais, a Alameda dos Oceanos, na direcção Norte-Sul (com duas portas nos topos Norte e Sul); e a ligação a partir da Gare do Oriente – num recinto vedado, abrindo diariamente as portas às 9 horas, com os pavilhões abertos das 10 horas até às 20 horas.

Mapa recinto Expo
(imagem via http://www.parquedasnacoes.pt/images/mapa_recinto_expo.jpg)

A água constituiu o elemento chave da EXPO’98, assumindo funções lúdicas e estéticas, expressas em jogos de água, fontes e lagos, integrados em alamedas, largos e jardins.

Os pavilhões agrupavam-se em cinco áreas: Internacional Norte (actual localização da Feira Internacional de Lisboa); Internacional Sul; Organizações Internacionais; Organizações Nacionais; e Empresas.

Referências bibliográficas
– “Guia Oficial da EXPO’98”
http://www.parquedasnacoes.pt/pt/expo98/default.asp
http://pt.wikipedia.org/wiki/Expo_98
http://www.civilium.net/infocil/expo98.shtml
http://www.bie-paris.org/