Pavilhão do Conhecimento dos Mares

Da autoria de João Carrilho da Graça e Manuel Salgado, localizado próximo da Doca, ilustrando a forma como evoluiu a relação do homem com o oceano; como aprendeu a navegar os mares, como foi capaz de explorar a sua superfície, e de explorar e inventariar os recursos marinhos, compreendendo: um volume vertical, a Nave (fazendo lembrar a ponte de um navio); e um outro horizontal, virtualmente suspenso, unidos pela réplica de um navio.

Pavilhão do Conhecimento dos Mares

(via http://www.parquedasnacoes.pt/pt/noticias/default.asp?Modo=Consulta&ID=24)

(ver Galeria fotográfica

Tinha capacidade para um máximo de 21 000 visitantes diários, com uma área de exposição de cerca de 5 300 m2, organizada em cinco sectores: “Sulcar os oceanos” (confrontando o visitante com os progressos dos sistemas de navegação, abordando diferentes vertentes, como a impulsão, propulsão, manobra e orientação); “Investigar” (recordando as viagens de estudo realizadas a partir do século XVIII, por Darwin, Cook, Humboldt ou Scott); “Mergulhar”; “Explorar” (a exploração do mar, enquanto fonte de recursos alimentares e minerais, mas também enquanto veículo de comunicação); e “Avançar” (uma utopia do passado, exibindo diversos utensílios projectados ao longo dos tempos que, não obstante nunca terem chegado a funcionar, acabariam por estar na origem de outras importantes descobertas).

Estes cinco sectores eram ainda interligados por espaços de homenagem a duas viagens históricas: a primeira viagem de circum-navegação, de Fernão de Magalhães; e a primeira viagem oceanográfica moderna, realizada em 1872 pelo navio oceanográfico britânico “Challenger”.

Referências bibliográficas
– “Guia Oficial da EXPO’98”
http://www.parquedasnacoes.pt/pt/expo98/default.asp
http://pt.wikipedia.org/wiki/Expo_98
http://www.civilium.net/infocil/expo98.shtml
http://www.bie-paris.org/

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