Jardins da Água

Constituindo um dos elementos estruturantes do recinto da EXPO, numa sequência desde o Centro de Comunicação Social (a poente) até ao Teatro Camões / Sala Júlio Verne (a nascente), com um grande muro curvo, na Alameda Central, com 7 metros de altura e 34 metros de largura, suspendendo um chafariz sob um pequeno tanque, simbolizando uma “mãe d’água”.

Ao longo de todo o percurso, os jardins partilhavam uma identidade comum, por via do seu desenho, a par de obras da pintora Fernanda Fragateiro.

O primeiro jardim era o das “Palmeiras”, existindo um canal por onde a mãe-d’água faz correr o seu conteúdo até ao rio. Seguiam-se o “Pomar do Mediterrâneo” e o “Lago Ulisses” – com o efeito especial, simulando uma cortina de nevoeiro com 2 metros de altura.

Para além destes, existiam ainda o “Lago da Ilha” e o “Jardim Hidráulico”, delta de um rio desaguando no Tejo.

Referências bibliográficas
– “Guia Oficial da EXPO’98”
http://www.parquedasnacoes.pt/pt/expo98/default.asp
http://pt.wikipedia.org/wiki/Expo_98
http://www.civilium.net/infocil/expo98.shtml
http://www.bie-paris.org/

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