Novembro 2008


“A Escola da Noite organiza nos próximos dias 11 e 12 de Novembro duas sessões especiais do espectáculo “Auto da Índia: aula prática”, destinadas a professores do ensino secundário e do ensino básico.

Os espectáculos terão lugar no Teatro da Cerca de São Bernardo, em Coimbra, e têm como objectivo a apresentação à classe docente do novo espaço da companhia e do plano de actividades para o público escolar que o grupo vai desenvolver, nesta cidade, durante o primeiro trimestre de 2009.

[…]

A primeira sessão, agendada para as 18 horas do dia 11, terça-feira, é dirigida aos professores de português e co-organizada pela Associação de Professores de Português. Imediatamente após a apresentação do espectáculo, terá lugar uma mesa-redonda sobre as relações entre o Teatro e a Escola, que contará com as intervenções de António Augusto Barros (Director Artístico d’A Escola da Noite), Isabel Delgado (Professora do Colégio São Teotónio, Orientadora de Estágios Curriculares), José Augusto Cardoso Bernardes (Professor de Literatura da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra), João Paulo Janicas (Director de Centro de Formação de Associação de Escolas), Maria Regina Rocha (Professora de Português, Colaboradora do Ciberdúvidas da Língua Portuguesa) e Paulo Feytor Pinto (Presidente da Associação de Professores de Português).

No dia seguinte (12 de Novembro – quarta-feira), pelas 21:30h, terá lugar uma sessão especial destinada a professores de expressão dramática e dinamizadores de clubes ou grupos de teatro na escola. A iniciativa inclui uma visita guiada às instalações do Teatro da Cerca de São Bernardo e uma conversa informal sobre as ligações entre o teatro profissional e o ensino artístico nas escolas do ensino básico e secundário, procurando discutir as principais e mais virtuosas formas de colaboração e inter-ligação que é possível estabelecer entre estes dois universos.

A entrada nestas sessões é gratuita para os professores a quem se destinam, sendo no entanto aconselhável efectuar a marcação de lugares, tendo em conta a lotação limitada da sala. Informações e reservas a tratar com Isabel Campante pelo telefone 239 718 238, telemóvel 966 302 488 ou e-mail isabelcampante@aescoladanoite.pt.”

(recebido via mail)

Long-term planning was possible only because the Portuguese had undertaken a collaborative national adventure. Earlier national epics of European people sang the courage and the exploits of some particular hero, a Ulysses or an Aeneas or a Beowulf. The Portuguese epic of seafaring could not sing as Virgil did “Of Arms and the Man.” Now the hero had become plural. “This is the story”, Camoens begins his Lusiads (appropriately named after the sons of Lusus, companion of Bacchus and mythical first settler of Portugal), “of heroes who, leaving their native Portugal behind them, opened a way to Ceylon, and further, across seas no man had ever sailed before.” The dimensions of life had broadened and become more public and more popular. While ancient lays celebrated a god-hero, modern lays would celebrate heroic peoples.

“The Portuguese Discoverers”, from “The Discoverers”, Daniel J. Boorstin, The National Board for the Celebration of Portuguese Discoveries, Lisbon, 1987

Pequim, 06 Nov (Lusa) – Os missionários europeus que iam outrora para a China aprendiam português antes de partirem, realçou hoje à Lusa uma investigadora francesa.

Nos séculos XVII e XVIII, “o caminho para a China passava por Portugal”, disse Catherine Jami, do Centre National de la Recherche Scientifique (CNRS), de Paris.

“O transporte, o dinheiro (…), tudo isso era assegurado pela Coroa portuguesa”, acrescentou

Catherine Jami falava â Lusa a propósito do colóquio internacional sobre o intercâmbio cultural entre a China e a Europa nos séculos XVII e XVIII, que reúne desde hoje em Pequim especialistas de dez países.

É o quarto colóquio de uma série iniciada em 1995 com o objectivo de estudar um capítulo pouco conhecido da história da matemática: o papel de Portugal nas relações científicas entre a Europa e a China.

Quatro comunicações serão dedicadas ao jesuíta português Tomás Pereira, um dos missionários europeus que esteve mais próximo do lendário imperador chinês Kangxi, e que morreu em Pequim há três séculos.

Mesmo em Portugal, a primeira referência académica a Tomás Pereira só apareceu em 1911, salientou Luis Manuel Saraiva, professor da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa e um dos principais animadores desta série de colóquios.

Tomas Pereira, que viveu os últimos 35 anos da sua vida na China, era músico, mas a música, na altura, fazia parte do ensino da matemática, juntamente com a geometria, a aritmética e a astronomia.

“Na Europa como na China, não havia a separação que há hoje entre ciência e arte”, afirma Catherine Jami.

Na abertura do colóquio, o embaixador de Portugal na China, Rui Quartin Santos, também evocou Tomas Pereira, qualificando-o como uma fonte inspiradora da actual parceria estratégica China-União Europeia.

Um investigador chinês, Zhang Baichun, elogiou igualmente “o importante papel desempenhado pelos jesuítas portugueses” no intercâmbio científico entre a Europa e a China.

O colóquio, de três dias, foi organizado pelo Instituto chinês para a Historia das Ciências Naturais, o Centro Cientifico e Cultural de Macau, o Centro de Matemáticas e Aplicações Fundamentais da Universidade de Lisboa, e o Centro China-Portugal para a História das Ciências.

Os anteriores colóquios decorreram em Portugal, Macau e Japão.

Portugal foi o primeiro Estado europeu a enviar uma embaixada à China, no início do século XVI, e até Dezembro de 1999 administrou uma parcela do território chinês.

AC.

(Lusa/RTP)

By contrast, the Portuguese voyages around Africa and, it was hoped, to India, were based on risky speculative notions, rumors, and suggestions. Unknown lands would have to be skirted, used as supply bases for food and water en route. The journey would go where Christian geography threatened mortal dangers, far below the equator. Portuguese discoveries, then, required a progressive, systematic, step-by-step national program for advances through the unknown. Columbus’ Enterprise of the Indies was a bold stroke, the significance of which would not be known for decades. The Portuguese voyagers were on a century-and-a-half enterprise, the actual meaning of which was imagined long in advance, the accomplishment of which was known immediately. Columbus’ greatest achievement was something he never even imagined, a by-product of his purposes, a consequence of unexpected facts. The Portuguese achievement was the product of a clear purpose, which required heavy national support. Here was a grand prototype of modern exploration.

“The Portuguese Discoverers”, from “The Discoverers”, Daniel J. Boorstin, The National Board for the Celebration of Portuguese Discoveries, Lisbon, 1987

Palestra por José Azevedo e Silva, professor na Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, hoje, pelas 14h30.

Em 1494 era assinado entre Portugal e Castela o Tratado de Tordesilhas, que definia a partilha do Novo Mundo entre as duas Coroas pela marcação de um meridiano. No entanto, a impossibilidade técnica da medição rigorosa da longitude criou obstáculos insanáveis na demarcação do Tratado e na sua aplicação. Perante a dificuldade de determinar com precisão a linha demarcatória dos dois hemisférios, tanto portugueses como espanhóis procuraram tirar proveito dessa indefinição. Os cartógrafos régios de um e outro país sacrificaram o rigor científico às exigências da política, usando artifícios para “puxar” para o “seu” hemisfério determinados teritórios.

Nesta comunicação serão apresentadas e discutidas tais distorções cartográficas, pelo recurso à projecção de exemplares cartográficos elucidativos. Esta palestra faz parte do programa de actividades que o Museu da Ciência tem vindo a desenvolver em colaboração com a Ordem dos Engenheiros.

(via De Rerum Natura)

An organized long-term enterprise of discovery, the Portuguese achievement was more modern, more revolutionary than the more widely celebrated exploits of Columbus. For Columbus pursued a course suggested by ancient and medieval sources, the best information of his day, and if he had succeeded in his avowed purpose, he would have confirm them. There was no uncertainty in his mind either about the landscape en route to Asia or about the direction to be taken. Only the sea was unknown. Columbus’ courage was in taking a direct sea passage to “known” lands in a known direction but without knowing precisely how long the passage might be.

“The Portuguese Discoverers”, from “The Discoverers”, Daniel J. Boorstin, The National Board for the Celebration of Portuguese Discoveries, Lisbon, 1987

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Portuguese Sea Pioneers

Among those most encouraged were the seamen of Portugal, who had an assignment from geography for their role in history. On the westernmost edge of the Iberian peninsula, the nation attained its modern borders very early, in the mid-thirteenth century. Portugal had no window on the Mediterranean – the “Sea-in-the-Midst-of-the-Land” – but was blessed by long navigable rivers and deep harbors opening oceanward. Cities grew up on the shores of waters that flowed into the Atlantic. The Portuguese people, then, naturally faced outward, away from the classic centers of European civilization, westward toward the unfathomed ocean, and southward toward a continent that for Europeans was also unfathomed.

“The Portuguese Discoverers”, from “The Discoverers”, Daniel J. Boorstin, The National Board for the Celebration of Portuguese Discoveries, Lisbon, 1987

The opening of the Indian Ocean was the European’s first world-shaking, world-shaping revision of Ptolemy. The centuries after the closing of the trader’s land routes to the East would revise Ptolemy in countless other ways. Ptolemy’s world, which had terminated at 63 degrees north latitude, about halfway up the Scandinavian peninsula, would have to be extended toward both the north and the northwest. And, of course, a whole New World between Europe and Asia would eventually be added. The scientific spirit of Ptolemy, his admissions of his ignorance, his plea for latitude and longitude, cheered on cartographers and mariners.

“The Portuguese Discoverers”, from “The Discoverers”, Daniel J. Boorstin, The National Board for the Celebration of Portuguese Discoveries, Lisbon, 1987

Lisboa do Século XVIIA Lisboa do Século XVII, “a mais deliciosa terra do mundo“, nas palavras do Padre António Vieira, que aí nasceu em 1608, é o tema de uma exposição que estará patente até ao dia 15 de Novembro, no Gabinete de Estudos Olisiponenses. Para evocar os 400 anos do seu nascimento, são divulgados neste evento, de forma integrada, imagens e livros que abordam a cidade no século XVII, ao longo do qual se passaram os trabalhos e os dias daquele famoso jesuíta que, mesmo longe, lembrava a sua “Lisboa, onde estou sempre com o pensamento“. Mais informações por telefone: 217 701 100, fax: 217 701 164 ou via e-mail: geo@cm-lisboa.pt

(via GranoSalis)

Total de 01.01.07 a 31.10.08 – 141 460 visitas, por 83 180 visitantes
Outubro de 2008 – 11 710 visitas, por 7 290 visitantes
Setembro de 2008 – 7 905 visitas, por 5 200 visitantes
Agosto de 2008 – 6 390 visitas, por 3 965 visitantes
Julho de 2008 – 5 495 visitas, por 3 320 visitantes
Junho de 2008 – 8 810 visitas, por 5 500 visitantes
Maio de 2008 – 11 105 visitas, por 6 620 visitantes
Abril de 2008 – 9 510 visitas, por 5 840 visitantes
Março de 2008 – 8 435 visitas, por 5 255 visitantes
Fevereiro de 2008 – 8 080 visitas, por 4 920 visitantes
Janeiro de 2008 – 8 570 visitas, por 4 820 visitantes
Dezembro de 2007 – 4 260 visitas, por 2 320 visitantes
Novembro de 2007 – 5 110 visitas, por 3 010 visitantes
Outubro de 2007 – 9 640 visitas, por 5 770 visitantes
Setembro de 2007 – 6 005 visitas, por 3 690 visitantes
Agosto de 2007 – 3 610 visitas, por 2 155 visitantes
Julho de 2007 – 3 275 visitas, por 1 535 visitantes
Junho de 2007 – 4 310 visitas, por 2 010 visitantes
Maio de 2007 – 4 420 visitas, por 2 300 visitantes
Abril de 2007 – 3 805 visitas, por 2 005 visitantes
Março de 2007 – 3 355 visitas, por 1 770 visitantes
Fevereiro de 2007 – 2 560 visitas, por 1 345 visitantes
Janeiro de 2007 – 5 100 visitas, por 2 540 visitantes

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