Geral


Carreira da Índia” foi a designação atribuída à ligação marítima entre Lisboa e os portos da Índia (Cochim e Goa), a qual – após a viagem precursora de Vasco da Gama em 1497/1498 – perdurou durante mais de três séculos (até à centúria de 1800), constituindo-se na maior e mais prolongada rota de navegação à vela.

A pretexto desta extraordinária rota veleira – exclusivo português durante cerca de 100 anos, até à primeira expedição neerlandesa de 1595 –, o blogue Carreira da Índia pretende “reviver” um pouco da História dos Descobrimentos, a par da recuperação de algumas páginas da chamada “Literatura de Viagens”.

Pode consultar os artigos publicados, com base numa organização por categoria temática:

500 anos achamento Brasil (24)        O Achamento do Brasil (5)
A Viagem (11)                         O Índio do Brasil na Literatura (14)
Antecedentes (63)                     O Esmeraldo de Situ Orbis (1)
Auto da Índia – Gil Vicente (18)      O Segredo da Índia (10)
Autores (117)                         Os anos da tormenta – Macau (8)
Carta Pêro Vaz de Caminha (17)        Os Lusíadas – Camões (56)
Crónica Guiné–Gomes Eanes Zurara (6)  Peregrinação-Fernão M.Pinto (26)
Décadas da Ásia – João de Barros (26) Portuguese Discoverers (45)
Descoberta do Brasil (20)             Preste João das Índias (16)
Diário Nau S.Martinho–G.Reimão (185)  Protagonistas (475)
Enquadramento (38)                    Protagonistas – Brasil (181)
Era uma vez… Portugal (39)            Reino do Tibet (10)
Expo98 (170)                          Relação Náos e Armadas India (52)
Fundação Rio Janeiro (6)              Roteiro Índia - Álvaro Velho (37)
Geral (118)                           Suma Oriental - Tomé Pires (6)
História (40)                         Tratado das Cousas da China (14)
Imagens (162)                         Tratado de Tordesilhas (18)
Itinerário – António Tenreiro (8)     Uraçá O Índio Branco (19)
Japão – Luís de Fróis (10)            Vasco Gama na Hist.e Literatura (20)
Malaca: Uma encruzilhada de rotas e culturas (12)
Mensagem – Fernando Pessoa (10)       Viagens Pêro Covilhã (23)

É também possível consultar os arquivos, organizados de forma cronológica:

Janeiro 2007 (97)         Janeiro 2008 (52)         Janeiro 2009 (45)
Fevereiro 2007 (76)       Fevereiro 2008 (46)       Fevereiro 2009 (32)
Março 2007 (63)           Março 2008 (88)           Março 2009 (39)
Abril 2007 (78)           Abril 2008 (91)           Abril 2009 (44)
Maio 2007 (99)            Maio 2008 (74)            Maio 2009 (40)
Junho 2007 (111)          Junho 2008 (41)           Junho 2009 (22)
Julho 2007 (98)           Julho 2008 (37)           Julho 2009 (25)
Agosto 2007 (57)          Agosto 2008 (21)          Agosto 2009 (22)
Setembro 2007 (88)        Setembro 2008 (24)        Setembro 2009 (26)
Outubro 2007 (57)         Outubro 2008 (29)         Outubro 2009 (26)
Novembro 2007 (58)        Novembro 2008 (30)        Novembro 2009 (23)
Dezembro 2007 (46)        Dezembro 2008 (25)        Dezembro 2009 (42)

Por aqui são apresentadas algumas notas de enquadramento e sobre os antecedentes da grande epopeia marítima dos Descobrimentos, em paralelo com o desfilar dos protagonistas da História e da relação das viagens à India efectuadas até meados do século XVI (1547).

E, “dando a palavra aos heróis” dessa esplêndida aventura, excertos dos seus “Diários de Viagem” (Roteiros e Diários de Bordo), procurando beneficiar também da vertente diarística facultada pelo formato de publicação “blogue”:

– desde o “Roteiro da Índia (ou “Roteiro da Viagem que em Descobrimento da Índia pelo Cabo da Boa Esperança fez D. Vasco da Gama em 1497″), diário de bordo da viagem inaugural, atribuído a Álvaro Velho (tripulante dessa comitiva), publicado em 1838;

– passando pela famosa “Carta a D. Manuel sobre o Descobrimento do Brasil, de Pêro Vaz de Caminha, relatando o “achamento” do Brasil, em 1500;

– ou pelo relato de uma das últimas viagens do século XVI, no centenário da expedição pioneira, numa narrativa do que alcançou o lugar de piloto-mor do Reino, Gaspar Ferreira Reimão (“Diário da navegação da Nau São Martinho, em viagem para a Índia, no ano de 1597).

Sem esquecer a referência a outros autores – também “testemunhas oculares”, na generalidade –, e com espaço para, “abrindo horizontes”, para além da estrita “Carreira da Índia”, viajar até ao Médio e Extremo Oriente, Africa Oriental e Asia Central, nomeadamente com:

Gomes Eanes de Zurara (“Crónica da Guiné, de 1453);

Duarte Pacheco Pereira (numa descrição factual da exploração da costa africana pelos navegadores portugueses, em “O Esmeraldo de Situ Orbis, alegadamente escrito entre 1505 e 1508);

Gil Vicente, considerado o “pai do teatro” em Portugal, com o “Auto da Índia“, de 1509;

Frei Tomé Pires (sobre o Reino da Pérsia, em “Suma Oriental, um “tratado” de geografia, escrito entre 1511 e 1516);

D. João de Castro (“O Roteiro do Mar Roxo”, ou “Roteiro que fez Dom Joam de Castro da Viagem que Fezeram os portugueses Desda Índia atee Soez”, de 1540, incluindo diversas tábuas e esboços topográficos, ilustrando as descrições geográficas do texto);

Padre Francisco Alvares (As Terras do Preste João, na “Verdadeira Informação do Preste João das Índias, de 1540);

João de Barros (considerado o primeiro grande historiador português, nas “Décadas da Ásia, publicadas em 1552, 1553 e 1563);

António Tenreiro (relatando uma viagem da Índia para Portugal, feita por terra em 1529, num texto escrito em 1560: “Itinerário);

Frei Gaspar da Cruz (o “Império do Meio”, no “Tratado das Cousas da China, cerca de 1570):

Luís de Fróis (sobre o Japão, em “Contradições dos Costumes entre a Gente da Europa e a Província Japão, de 1585);

Padre António de Andrade (“O Novo Descobrimento do Gram Cathayo, ou Reino do Tibet, de 1626);

Fernão Mendes Pinto (escrevendo com base nas suas aventuras e desventuras no Oriente, de 1537 a 1558, em “A Peregrinação, o livro de viagens mais famoso da literatura portuguesa, publicado em 1614, mas escrito por volta de 1570);

Luís de Camões e o poema épico por excelência, “Os Lusíadas“.

Convido-o a acompanhar-me nestas deslumbrantes viagens!

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Total de 01.01.07 a 31.12.09 – 275 730 visitas, por 169 110 visitantes
Total Ano de 2009 – 114 910 visitas, por 73 560 visitantes
Dezembro de 2009 – 6 650 visitas, por 3 945 visitantes
Novembro de 2009 – 10 930 visitas, por 6 715 visitantes
Outubro de 2009 – 11 375 visitas, por 7 280 visitantes
Setembro de 2009 – 9 855 visitas, por 6 360 visitantes
Agosto de 2009 – 6 485 visitas, por 4 160 visitantes
Julho de 2009 – 5 150 visitas, por 3 325 visitantes
Junho de 2009 – 10 045 visitas, por 6 495 visitantes
Maio de 2009 – 13 620 visitas, por 8 410 visitantes
Abril de 2009 – 11 425 visitas, por 7 270 visitantes
Março de 2009 – 12 200 visitas, por 8 080 visitantes
Fevereiro de 2009 – 8 255 visitas, por 5 680 visitantes
Janeiro de 2009 – 8 920 visitas, por 5 840 visitantes
Total Ano de 2008 – 105 370 visitas, por 65 100 visitantes
Dezembro de 2008 – 6 800 visitas, por 4 480 visitantes
Novembro de 2008 – 12 560 visitas, por 7 890 visitantes
Outubro de 2008 – 11 710 visitas, por 7 290 visitantes
Setembro de 2008 – 7 905 visitas, por 5 200 visitantes
Agosto de 2008 – 6 390 visitas, por 3 965 visitantes
Julho de 2008 – 5 495 visitas, por 3 320 visitantes
Junho de 2008 – 8 810 visitas, por 5 500 visitantes
Maio de 2008 – 11 105 visitas, por 6 620 visitantes
Abril de 2008 – 9 510 visitas, por 5 840 visitantes
Março de 2008 – 8 435 visitas, por 5 255 visitantes
Fevereiro de 2008 – 8 080 visitas, por 4 920 visitantes
Janeiro de 2008 – 8 570 visitas, por 4 820 visitantes
Total Ano de 2007 – 55 450 visitas, por 30 450 visitantes
Dezembro de 2007 – 4 260 visitas, por 2 320 visitantes
Novembro de 2007 – 5 110 visitas, por 3 010 visitantes
Outubro de 2007 – 9 640 visitas, por 5 770 visitantes
Setembro de 2007 – 6 005 visitas, por 3 690 visitantes
Agosto de 2007 – 3 610 visitas, por 2 155 visitantes
Julho de 2007 – 3 275 visitas, por 1 535 visitantes
Junho de 2007 – 4 310 visitas, por 2 010 visitantes
Maio de 2007 – 4 420 visitas, por 2 300 visitantes
Abril de 2007 – 3 805 visitas, por 2 005 visitantes
Março de 2007 – 3 355 visitas, por 1 770 visitantes
Fevereiro de 2007 – 2 560 visitas, por 1 345 visitantes
Janeiro de 2007 – 5 100 visitas, por 2 540 visitantes

No sábado festeja-se o fim da expedição de Pedro Teixeira, o explorador português que subiu o rio Amazonas no século XVII. Mas “Curiua-Catu”, o Homem Branco Bom e Amigo, é homenageado já hoje no Senado brasileiro. Para que ninguém esqueça o que fez por Portugal e pelo Brasil

Pedro Teixeira: sabe quem é? Provavelmente não. Mas na Ajuda, em Lisboa, há uma estrada com o seu nome. Em Cantanhede, onde nasceu, há uma estátua. No Brasil, onde morreu a 6 de Junho de 1641, o seu rosto foi estampado nas notas de cinco cruzeiros; e quando o Papa João Paulo II, em 1980, fez uma viagem entre Belém do Pará e Manaus viajou num navio de guerra que tinha o seu nome.

Os índios brasileiros chamavam-lhe “Curiua-Catu”, o Homem Branco Bom e Amigo, e quase no final da sua vida foi nomeado capitão-mor do Grão Pará. Fez-se acompanhar por índios numa expedição que partiu de Gurupá, a 28 de Outubro de 1637, com duas mil pessoas. Subiram os rios Amazonas e Negro e chegaram à cidade de Quito, actual capital do Equador, voltando a Belém do Pará 26 meses depois da partida (a 12 de Dezembro de 1639). O rio Amazonas passava, assim, a pertencer na sua totalidade a Portugal (que permanecia sob o domínio da Coroa espanhola). Um feito extraordinário para a época.

“Pedro Teixeira é um herói esquecido que precisa de ser recuperado”, diz ao P2 por telefone Aloizio Mercadante, o senador brasileiro que está a lançar um movimento para “resgatar a memória, reconhecer e valorizar a imensa contribuição” que este português de Cantanhede, no distrito de Coimbra, teve na História do Brasil. A sessão de homenagem que se realiza hoje, às 10h00, no Senado Federal, em Brasília, para comemorar os 370 anos da expedição de Pedro Teixeira, o “desbravador” português, partiu de uma proposta sua. Para o senador, a contribuição daquele a quem chamam o conquistador da Amazónia no processo de constituição e afirmação da soberania territorial foi decisiva e deve ser celebrada por portugueses e brasileiros.

“A Pedro Teixeira se deve quase metade do nosso território actual. Mais de 62 por cento da Amazónia está em território brasileiro por causa dele”, explica, lembrando que a região, além de património da humanidade, tem a maior concentração de água doce do planeta e é a mais importante floresta tropical.

Agora que o Brasil “deixou de ser um problema na agenda internacional e passou a ser parte da solução”, é possível que o país olhe para a sua história com “orgulho e auto-estima”. E à medida que isso acontecer, acrescenta Mercadante, o Brasil terá obrigatoriamente de reconhecer a imensa contribuição de Portugal.

“No momento em que o mundo está discutindo o efeito de estufa, em que há uma grande preocupação com o aquecimento global, sinto que esse chamamento da Amazónia é muito importante para o debate”, diz o popular Mercadante, líder da bancada do PT e vice-presidente do Parlamento do Mercosul, que é ainda cronista do jornal O Globo e tem mais de 30 mil seguidores no Twitter.

O pedido do governador

Pedro Teixeira era um militar que participou na fundação da cidade de Belém, a capital do estado do Pará, e que depois se destacou em várias missões militares, combatendo holandeses, ingleses e franceses. Quando dois padres e quatro soldados espanhóis chegaram perdidos a Belém, com a novidade de que o rio Amazonas era navegável, o governador do estado do Grão-Pará e Maranhão pediu a Pedro Teixeira para organizar a expedição até Quito (na época parte do vice-reinado do Peru).

No regresso, com testemunhas espanholas, Teixeira vai registando a posse das terras para o reino de Portugal. “Como naquela época Portugal estava subordinado à Coroa espanhola, o livro que relata essa epopeia, em 1641 [Novo Descobrimento do Grande Rio Amazonas e a Viagem de Pedro Teixeira Águas Arribas, de Frei Cristobal d”Acuña] acaba sendo queimado e isso não foi valorizado nem pela historiografia portuguesa nem brasileira”, explica o senador, que quer chamar a atenção para este “vulto histórico” que parece estar condenado ao esquecimento.

O seu nome não consta do Livro dos Heróis da Pátria (ou Livro de Aço) que está no Panteão da Liberdade e da Democracia Tancredo Neves, em Brasília, e nem sequer figura na lista de candidatos. Mercadante preparou um projecto de lei para que o nome de Pedro Teixeira seja inscrito neste Livro de Aço. Propõe também que a história da expedição do navegador português passe a fazer parte dos currículos escolares no Brasil.

A expedição de Pedro Teixeira era composta por 70 canoas (45 de grandes dimensões, com vinte remadores cada). Acompanhavam o explorador 70 soldados portugueses e 1200 índios, muitos deles “flecheiros” (arqueiros), que levaram as suas mulheres e filhos.

Teixeira (cuja data de nascimento se situa entre 1570 e 1585) era de ascendência nobre e foi para o Brasil em 1607, conta a autora do livro A Expedição de Pedro Teixeira – A Sua Importância para Portugal e o Futuro da Amazónia (ed. Ésquilo). Esta brasileira, Anete Costa Ferreira, é investigadora de ciências sociais e história luso-amazónica e estará hoje na sessão de homenagem em Brasília.

O navegador falava o tupi – língua com origem no povo tupinambá – e essa era uma das razões pelas quais era tão acarinhado pelos índios. “Sempre fez amizade com os índios, o que lhe valeu de muito”, explica ao telefone a partir do Brasil esta especialista, que hoje vive em Portugal.

Os índios que embarcaram com o português nesta expedição iam em busca da Terra sem Mal, a morada dos antepassados, segundo os índios tupi e guarani, um território onde as pessoas não envelheciam. “A tribo Tupinambá acreditava nisso e à medida que a expedição decorria foi ficando decepcionada. Os índios achavam que iam chegar à Terra sem Mal e, como a viagem não era aquilo que pensavam, começaram a enfraquecer”, diz Anete Costa Ferreira.

A descrição desta expedição chega até nós através de um documento que está na Biblioteca da Ajuda (Relazion del General Pedro Teixeira de el rio de las Amazonas para el Senhor Príncipe, 1639). “É o diário de bordo que Pedro Teixeira fez durante a viagem. Esse é o grande documento que o celebrizou, é um levantamento geral da fauna, da flora, do minério, dos costumes… Entra tudo o que ele foi vendo no seu trajecto”, explica a investigadora. Incluindo os canibais.

Nessa grande expedição, Pedro Teixeira fixou uma série de territórios até então desconhecidos, como as ilhas das Areias ou Santa Luzia. Na viagem de regresso a Belém do Pará descobre o rio Negro (onde mais tarde se ergueu a cidade de Manaus) e o rio Madeira, um grande afluente do Amazonas.

Um dos feitos mais importantes da expedição é a fundação do povoado de Franciscana, oficializada a 16 de Agosto de 1639. Obedecendo às ordem do governador, Pedro Teixeira toma posse desse território, mas diz que o faz para a Coroa portuguesa (e não para a espanhola). Com a nova povoação, o navegador quis homenagear todos os missionários franciscanos.

Sem amazonas

No documento que se encontra na Biblioteca da Ajuda, Teixeira conta ainda que, tanto na ida como na volta da expedição do rio Amazonas, não viu as amazonas descritas durante a viagem de Francisco de Orellana, explorador espanhol que antes navegara parte do Amazonas. As ditas amazonas foram descritas por Carvajal, frade que acompanhou Orellana, como “mulheres sem peito, guerreiras, e que não aceitavam o homem no seu habitat”, conta Anete Costa Ferreira.

Apesar de nunca se ter cruzado com elas, Teixeira relata que lhe chegaram muitas notícias das amazonas. Diz mesmo que estariam “a seis jornadas” do sítio em que se encontravam e que teriam 300 aldeias ou mais, com “quinhentos ou oitocentos casais” cada: “Aqui acabam-se as flechas furadas perigosas e, ainda que as haja por todo o rio, não matam como as do Sul”, escreve.

A documentação sobre este conquistador do Brasil é esparsa. “Em Portugal pouca coisa há”, diz Anete Costa Ferreira, lembrando que o historiador Jaime Cortesão (também de Cantanhede) apresentou no IV Congresso de História Nacional no Brasil, em 1949, O significado da expedição de Pedro Teixeira à luz de novos documentos. Em 2002 foi realizado o documentário Curiua-Catu: A Grande Expedição de Pedro Teixeira 1637-1639, realizado por Carlos Barreto.

Para contrariar a dispersão de documentos e mesmo a falta de informação ainda mais detalhada, Anete Ferreira vai começar dentro de dias uma investigação no Museu Naval e no Arquivo Público de Belém do Pará, e em São Luís do Maranhão. Passará também pela Catedral de Belém, onde está sepultado.

Para ajudar a resgatar a memória do explorador, a Portugal Telecom associa-se à homenagem de hoje no Senado, lançando o Prémio Pedro Teixeira para estudantes portugueses e brasileiros, dos 12 aos 18 anos. Os três melhores trabalhos sobre a vida e o impacto dos feitos de Teixeira na história de Portugal e do Brasil irão ter como prémio uma viagem cultural ao Brasil (se forem portugueses) ou a Portugal (se forem brasileiros). Será ainda lançado um site em português e inglês dedicado a perpetuar a memória do explorador português “Curiua-Catu”.

(Público)

Total de 01.01.07 a 30.11.09 – 269 080 visitas, por 165 165 visitantes
Novembro de 2009 – 10 930 visitas, por 6 715 visitantes
Outubro de 2009 – 11 375 visitas, por 7 280 visitantes
Setembro de 2009 – 9 855 visitas, por 6 360 visitantes
Agosto de 2009 – 6 485 visitas, por 4 160 visitantes
Julho de 2009 – 5 150 visitas, por 3 325 visitantes
Junho de 2009 – 10 045 visitas, por 6 495 visitantes
Maio de 2009 – 13 620 visitas, por 8 410 visitantes
Abril de 2009 – 11 425 visitas, por 7 270 visitantes
Março de 2009 – 12 200 visitas, por 8 080 visitantes
Fevereiro de 2009 – 8 255 visitas, por 5 680 visitantes
Janeiro de 2009 – 8 920 visitas, por 5 840 visitantes
Total Ano de 2008 – 105 370 visitas, por 65 100 visitantes
Dezembro de 2008 – 6 800 visitas, por 4 480 visitantes
Novembro de 2008 – 12 560 visitas, por 7 890 visitantes
Outubro de 2008 – 11 710 visitas, por 7 290 visitantes
Setembro de 2008 – 7 905 visitas, por 5 200 visitantes
Agosto de 2008 – 6 390 visitas, por 3 965 visitantes
Julho de 2008 – 5 495 visitas, por 3 320 visitantes
Junho de 2008 – 8 810 visitas, por 5 500 visitantes
Maio de 2008 – 11 105 visitas, por 6 620 visitantes
Abril de 2008 – 9 510 visitas, por 5 840 visitantes
Março de 2008 – 8 435 visitas, por 5 255 visitantes
Fevereiro de 2008 – 8 080 visitas, por 4 920 visitantes
Janeiro de 2008 – 8 570 visitas, por 4 820 visitantes
Total Ano de 2007 – 55 450 visitas, por 30 450 visitantes
Dezembro de 2007 – 4 260 visitas, por 2 320 visitantes
Novembro de 2007 – 5 110 visitas, por 3 010 visitantes
Outubro de 2007 – 9 640 visitas, por 5 770 visitantes
Setembro de 2007 – 6 005 visitas, por 3 690 visitantes
Agosto de 2007 – 3 610 visitas, por 2 155 visitantes
Julho de 2007 – 3 275 visitas, por 1 535 visitantes
Junho de 2007 – 4 310 visitas, por 2 010 visitantes
Maio de 2007 – 4 420 visitas, por 2 300 visitantes
Abril de 2007 – 3 805 visitas, por 2 005 visitantes
Março de 2007 – 3 355 visitas, por 1 770 visitantes
Fevereiro de 2007 – 2 560 visitas, por 1 345 visitantes
Janeiro de 2007 – 5 100 visitas, por 2 540 visitantes

Uma equipa de mergulhadores encontrou perto da costa da cidade brasileira de Rio de Janeiro restos de uma nau portuguesa do século XVIII que naufragou com uma carga avaliada em cerca de 670 milhões de euros, informou a imprensa local.

Os pesquisadores encontraram restos de madeiras que podem ter pertencido ao “Rainha dos Anjos”, um barco que se afundou a 17 de Julho de 1722 frente à baía da Guanabara, na costa do Rio de Janeiro, escreve o jornal O Globo.

O navio, que viajava da China para Lisboa, tinha feito escala no Rio de Janeiro carregado com 136 preciosas peças de porcelana chinesa da era do imperador Kangxi (1662-1722), terceiro da dinastia Qing, das quais actualmente apenas está conservado um vaso no Museu Imperial da China.

“Os chineses eram conhecidos pelos cuidados com que embalavam a porcelana. É muito provável que encontremos peças inteiras”, declarou o autor da descoberta ao jornal.

Muito embora os vestígios estejam pendentes de ser enviados a laboratórios dos Estados Unidos para confirmar a sua origem, o mergulhador José Galindo, autor da descoberta, já conta com várias empresas internacionais interessadas em patrocinar as investigações arqueológicas.

Pelas contas de Galindo, será preciso um investimento de 196 mil euros apenas para desenterrar parte da nau e mais 1.166 milhões de euros para a trazer à superfície.

Uma empresa britânica mostrou interesse em deslocar equipamento para a zona e participar nas investigações, enquanto que uma companhia norueguesa até já visitou o local.

O brasileiro José Galindo relata que fez a descoberta quando procurava uma hélice perdida por um rebocador no ano passado.

(Jornal de Notícias)

Total de 01.01.07 a 31.10.09 – 258 150 visitas, por 158 450 visitantes
Outubro de 2009 – 11 375 visitas, por 7 280 visitantes
Setembro de 2009 – 9 855 visitas, por 6 360 visitantes
Agosto de 2009 – 6 485 visitas, por 4 160 visitantes
Julho de 2009 – 5 150 visitas, por 3 325 visitantes
Junho de 2009 – 10 045 visitas, por 6 495 visitantes
Maio de 2009 – 13 620 visitas, por 8 410 visitantes
Abril de 2009 – 11 425 visitas, por 7 270 visitantes
Março de 2009 – 12 200 visitas, por 8 080 visitantes
Fevereiro de 2009 – 8 255 visitas, por 5 680 visitantes
Janeiro de 2009 – 8 920 visitas, por 5 840 visitantes
Total Ano de 2008 – 105 370 visitas, por 65 100 visitantes
Dezembro de 2008 – 6 800 visitas, por 4 480 visitantes
Novembro de 2008 – 12 560 visitas, por 7 890 visitantes
Outubro de 2008 – 11 710 visitas, por 7 290 visitantes
Setembro de 2008 – 7 905 visitas, por 5 200 visitantes
Agosto de 2008 – 6 390 visitas, por 3 965 visitantes
Julho de 2008 – 5 495 visitas, por 3 320 visitantes
Junho de 2008 – 8 810 visitas, por 5 500 visitantes
Maio de 2008 – 11 105 visitas, por 6 620 visitantes
Abril de 2008 – 9 510 visitas, por 5 840 visitantes
Março de 2008 – 8 435 visitas, por 5 255 visitantes
Fevereiro de 2008 – 8 080 visitas, por 4 920 visitantes
Janeiro de 2008 – 8 570 visitas, por 4 820 visitantes
Total Ano de 2007 – 55 450 visitas, por 30 450 visitantes
Dezembro de 2007 – 4 260 visitas, por 2 320 visitantes
Novembro de 2007 – 5 110 visitas, por 3 010 visitantes
Outubro de 2007 – 9 640 visitas, por 5 770 visitantes
Setembro de 2007 – 6 005 visitas, por 3 690 visitantes
Agosto de 2007 – 3 610 visitas, por 2 155 visitantes
Julho de 2007 – 3 275 visitas, por 1 535 visitantes
Junho de 2007 – 4 310 visitas, por 2 010 visitantes
Maio de 2007 – 4 420 visitas, por 2 300 visitantes
Abril de 2007 – 3 805 visitas, por 2 005 visitantes
Março de 2007 – 3 355 visitas, por 1 770 visitantes
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A ler, o artigo com o título em epígrafe, de Maria Manuela Cruzeiro, no blogue “Caminhos da Memória“.

E, também, a réplica de Irene Pimentel, no blogue “Jugular“.

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