V – ROMANCES, POEMAS, OBRAS MUSICAIS

 

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Benoliel, Joseph. Vasco da Gama: Poemeto… Lisboa: Imprensa Nacional, Comissão Executiva do Centenário da Índia, 1898, 42 pp.

Caiola, Lourenço. O despertar d’um sonho: romance histórico: episódio do descobrimento do caminho marítimo para as Índias. Lisboa: Tip. Universal, 1897, 178 pp.

Ceillão, Alfredo. O espólio dos Gamas. Porto: Tip. Alcino Abrantes, col. “Poemas da Agonia”, 1891, 72 pp.

Cláudio, Mário. Peregrinação de Barnabé das Índias. Lisboa: Publicações Dom Quixote, 1998, 282 pp.

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Dumas, Louis César. Vasco da Gama: poéme. Lisboa: Imprensa Nacional, 1871, 35 pp.

Figueiredo, Cândido de (trad.). Os companheiros de Vasco da Gama: romance historico. Coimbra: Livraria Popular, col. “Biblioteca Meridional”, 1875, 263 pp.

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Macedo, José Agostinho de. Gama: poema narrativo. Lisboa: Impr. Régia, 1811, 266 pp.

_______________. O Oriente.  Poema épico. 2ª ed., Lisboa: Impressão Régia, 1827, 380 pp.

Mancilha, Joaquim V. A. Homenagem a Vasco da Gama.  Poema histórico e 8 números de música descriptiva. Lisboa: Tip. de Portugal, s.d., 14 pp.

Mascarenhas, J. A. de Oliveira. De Lisboa à Índia. Drama em 4 actos. Lisboa: Imp. Nacional, 1898, 160 pp.

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Pinto (Sacavém), Alfredo. Vasco da Gama na opera lyrica. Lisboa: s.n., 1925, 15 pp.

Pinto, Daniel. Gloria a Vasco da Gama.  Marcha para piano. S.l., s.n., s.d., 2 fl.

Reynolds, Ernest Randolph. Vasco da Gama: verse-drama in three episodes. Lisboa: s.n., 1944, 60 pp.

Rocha, João Bernardo da e Nuno Alvares Pereira Pato Moniz. Exame crítico do novo poema épico intitulado “O Gama”. Lisboa: Oficina de Joaquim Rodrigues d’Andrade, 1812, 84 pp.

Santos, António Ribeiro dos. “Soneto a D. Vasco da Gama”. O Instituto, 2ª Série, vol. V, 30, 1882-83, p. 422

Tavares, João da Silva. Vasco da Gama: drama épico em quatro actos em verso. S.l.: s.n., 1922, 164 pp.

A carta do achamento, da autoria de Pêro Vaz de Caminha, seria datada de «Porto Seguro, da vossa ilha da Vera Cruz, hoje, sexta-feira, primeiro dia de Maio de 1500», dia em que, como numa procissão, erguendo os estandartes da Ordem de Cristo, mais de mil homens seguiram em fila pelas margens do rio Mutari, para fincar a grande cruz (de cerca de sete metros), celebrando-se então, pela segunda vez, missa, com os índios a assistir e a erguer as mãos, replicando os movimentos dos portugueses.

No dia seguinte, sábado, 2 de Maio, a frota zarpava em demanda do cabo da Boa Esperança, rumo à Índia.

Na carta que enviou a D. Manuel I, o mestre João Faras (cosmógrafo e físico régio) informava o monarca de que, para conhecer a localização da nova terra, bastaria consultar o mapa-múndi que se encontrava em Lisboa, na posse de Pêro Vaz da Cunha (Bisagudo), no qual a mesma estaria desenhada, ressalvando não obstante que se tratava de uma carta antiga, não indicando se a terra era ou não habitada – tal suscitaria vasta polémica a nível da sua interpretação, podendo indiciar a existência de precursores de Álvares Cabral no contacto com aquela região.

Bibliografia consultada

– “A Viagem do Descobrimento – A Expedição de Cabral e o Achamento do Brasil”, de Eduardo Bueno, Editora Pergaminho, 2000
– “Os Descobrimentos Portugueses”, de Luís de Albuquerque, edição das Selecções do Reader’s Digest, 1985
– “O Achamento da Terra de Vera Cruz”, de Jorge Couto, Camões – Revista de Letras e Culturas Lusófonas, número 8, Janeiro-Março de 2000

IV – VASCO DA GAMA E OS LUSÍADAS

 

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Salgado Jr., António. Os Lusíadas e a viagem do Gama: o tratamento mitológico duma realidade histórica. Porto: Biblioteca do Clube Fenianos Portugueses, 1939, 46 pp.

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Silva, Augusto Luso da. Leitura de um trecho dos Lusíadas: descrição da esfera celeste por Thetis a Vasco da Gama. Porto: Tip. Ocidental, 1880, 31 pp.

Silva, Eugénio. Vasco da Gama e “Os Lusíadas”: narrativa em prosa-filmada. Famalicão: Tip. Minerva, 1954, 56 pp.

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Viana, João Luís da Silva. Vasco da Gama e Luiz de Camões. Lisboa: Typ. Belenense, 1880, 16 pp.

Vitaletti, Guido. Vasco di Gama e Camoens. Roma: Instituto Cristoforo Colombo, 1925-1930, 56 pp.

Nos dias seguintes, ao mesmo tempo que era erigida uma grande cruz, em madeira, destinada a ser facilmente visualizada por futuras expedições, sinalizando o local, colocada na proximidade da foz do rio Mutari, procedeu-se ao reabastecimento de água e aprovisionamento de lenha, enquanto a carga da naveta – a enviar de regresso a Lisboa, comandada por Gaspar de Lemos, com o envio ao Rei, para além da famosa carta, de papagaios, araras, arcos e flechas, cocares e pedras de reduzido valor, assim como do primeiro pau-brasil a chegar à Europa – foi transferida para as restantes embarcações.

No último dia do mês de Abril, quinta-feira, dia 30, os navegantes portugueses haviam novamente deparado com uma pequena multidão, de cerca de 400 a 500 nativos, agora já desarmados, e dispostos a ajudar, ao mesmo tempo que dançavam ao som de um tamborim.

Bibliografia consultada

– “A Viagem do Descobrimento – A Expedição de Cabral e o Achamento do Brasil”, de Eduardo Bueno, Editora Pergaminho, 2000
– “Os Descobrimentos Portugueses”, de Luís de Albuquerque, edição das Selecções do Reader’s Digest, 1985
– “O Achamento da Terra de Vera Cruz”, de Jorge Couto, Camões – Revista de Letras e Culturas Lusófonas, número 8, Janeiro-Março de 2000

III – ESTUDOS SOBRE NAVEGAÇÃO E NÁUTICA

 

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Brochado, Costa. O piloto árabe de Vasco da Gama. Lisboa: Comissão Executiva das Comemorações do V Centenário da Morte do Infante D. Henrique, 1959, 130 pp.

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_______________. “Desdobramento da derrota de Vasco da Gama nos ‘Lusíadas’”. Biblos, Coimbra, VII, 1931, pp. 1.-19.

_______________. “Possibilidade da rota única de Vasco da Gama em ‘Os Lusíadas’.  Impossibilidade de Vasco da Gama ter, de Cabo Verde, navegado sempre para o Sul”. Biblos, Coimbra, VII, 1931, pp. 349-366.

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_______________. “Alguns erros em que se apoiou o desdobramento da rota de Vasco da Gama em Os Lusíadas”. Biblos, Coimbra, IX, 1933, pp. 419-446.

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_______________. “O Diário da primeira viagem de Vasco da Gama à Índia” In A náutica dos Descobrimentos, Lisboa: Agência Geral do Ultramar, 1951, vol. I, pp. 364-425.

_______________. “Discussão sobre a rota seguida por Vasco da Gama entre Santiago e São Brás” In A náutica dos Descobrimentos, Lisboa: Agência Geral do Ultramar, 1951, vol. I, pp. 334-363.

_______________. “A rota de Vasco da Gama nas ‘Lendas da Índia” In A náutica dos Descobrimentos, Lisboa: Agência Geral do Ultramar, 1951, vol. I, pp. 426-451.

_______________. “A rota de Vasco da Gama n’Os Lusíadas” (nota) In A náutica dos Descobrimentos, Lisboa: Agência Geral do Ultramar, 1952, vol. II, pp. 196-200.

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_______________. Ainda a dupla rota de Vasco da Gama em “Os Lusíadas”, V, 4-13, e a argumentação do Sr. Almirante Gago Coutinho. Coimbra: Faculdade de Letras, Sep. Biblos, VI, 1930, 80 p.

_______________. Mais uma vez a dupla rota de Vasco da Gama em “Os Lusíadas” V, 4-13. Coimbra: Sep. Biblos, VII, 1931, 25 p.

_______________. O Dr. Franz Hümmerich e os seus estudos sobre a primeira viagem de Vasco da Gama à Índia e o respectivo roteiro. Coimbra: Imprensa da Universidade, Sep. Boletim da Academia, nova série, vol. 2, 1931, 21 p.

_______________. Pela quarta vez, a dupla rota de Vasco da Gama em os “Lusíadas”, V, 4-13. Coimbra: Coimbra Ed., 1932, 50 p.

_______________. Pela quinta vez, a dupla rota de Vasco da Gama em “Os Lusíadas”. Coimbra: Sep. Biblos, vol. 9, 1933, 15 p.

_______________. Pela sexta vez, a dupla rota de Vasco da Gama em “Os Lusíadas”, V, 4-13. Coimbra: Coimbra Ed., Sep. Biblos, 10, 1934, 15 p.

Silva, A. A. Baldaque da. Notícia sobre a nau S. Gabriel em que Vasco da Gama foi pela primeira vez à Índia. Lisboa: 1892, 22 pp.

_______________. Notice sur le vaisseau S. Gabriel monté par Vasco da Gama. Lisboa: Aillaud, 1900, 24 pp.

Silva, Luciano Pereira da (adapt.). A viagem de Vasco da Gama: a astronomia de Os Lusíadas. Lisboa: Comissão Executiva do Centenário da Publicação dos Lusíadas, 1972, 4 pp.

_______________. “O ‘roteiro’ da primeira viagem do Gama” In Obras Completas, Lisboa: Agência Geral das Colónias, vol. III, 1946, p. 109-125.

_______________. “O ‘roteiro’ da primeira viagem do Gama e a suposta conjuração” In Obras Completas, Lisboa: Agência Geral das Colónias, vol. III, 1946, pp. 127-160. [1ª ed. 1925, O Instituto, Coimbra: pp.184-216]

Na manhã de sábado, 25 de Abril, as naus entraram então na baía, tendo Pedro Álvares Cabral ordenado a Nicolau Coelho e a Bartolomeu Dias que «baixassem à terra e levassem aqueles dois homens».

Depararam-se com cerca de 200 homens, armados com arcos e flechas, que depuseram a sinal dos portugueses, iniciando-se então os primeiros contactos, com trocas de objectos, com os exploradores a oferecerem aos nativos guizos e missangas, assim como toucas vermelhas, recebendo papagaios e araras.

No domingo (de Pascoela, o primeiro após a Páscoa), para além de o comandante, reunido com os capitães da esquadra, ter decidido enviar ao rei a notícia do achamento, foi celebrada por Frei Henrique de Coimbra a primeira missa cristã em terras sul-americanas, no ilhéu da Coroa Vermelha, participada pela tripulação, a que entretanto acorreram cerca de duzentos índios tupiniquins.

Bibliografia consultada

– “A Viagem do Descobrimento – A Expedição de Cabral e o Achamento do Brasil”, de Eduardo Bueno, Editora Pergaminho, 2000
– “Os Descobrimentos Portugueses”, de Luís de Albuquerque, edição das Selecções do Reader’s Digest, 1985
– “O Achamento da Terra de Vera Cruz”, de Jorge Couto, Camões – Revista de Letras e Culturas Lusófonas, número 8, Janeiro-Março de 2000

II – AS VIAGENS

 

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